A facilidade do acesso à internet e o interesse dos investidores são os principais fatores que influenciam no crescimento repentino do comércio online brasileiro. Não é de se admirar que o Brasil esteja em primeiro lugar no ranking de compras online da América Latina, pois o e-commerce nacional gera um faturamento que alcança a marca de 3 vezes os lucros gerados pelas transações online na Argentina, ou no México e, ao que tudo indica, este faturamento vai duplicar nos próximos 5 anos.

Logo após a virada do milênio, o Brasil se encontrava em uma posição tímida quando se falava de compras via internet. Em todo o território nacional havia apenas 5 milhões de internautas e as empresas que planejavam investir neste mercado, apostavam na América do Norte e Europa. Hoje, este número de internautas se aproxima dos 100 milhões e, no próximo ano, os brasileiros serão muito provavelmente o quarto maior grupo de internautas de todo o globo, ultrapassando o Japão.

Era de se esperar que os maiores círculos empresariais percebessem o potencial inexplorado do mercado online brasileiro e que espera-se que ainda em 2014, o e-commerce nacional passe por uma turbulência devido à entrada do grupo Walmart no páreo, tido como a maior multinacional do globo. Porém, a empreitada neste novo mercado não será fácil, pois, no Brasil, já funcionam a empresa americana eBay e o Alibaba, maior loja online chinesa.

Tudo indica que o produto mais popular nas compras online brasileiras, e em vários outros países, é roupa (19% das vendas). O segundo lugar da lista está ocupado por medicamentos e cosméticos (18% das vendas). A pesquisa também revelou que a porcentagem referente à venda de livros ficou em 9% seguida de apenas 7% dos eletrônicos. As compras a prazo são preferência para 81% dos clientes.

Outra particularidade sobre os hábitos de venda dos compradores brasileiros é que os mesmos costumam visitar lojas físicas buscando por smartphones e tablets para, logo após encontrar preços bons, voltarem à suas casas e comprar o mesmo produto via internet. As estatísticas que mostram as atividades dos compradores online crescem junto com os indicadores de densidade demográfica. O Centro-Oeste juntamente com São Paulo e Rio de Janeiro geram sozinhos 63% de todas as transações via internet seguidos pelo Sul com Porto Alegre e Curitiba que pontuam 20% nas estatísticas. Já a região Nordeste contribui com apenas 8.4% de todo o e-commerce nacional.

Fonte: e-commerce Brasil

Por: Peras Ideias

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